De Portugal para o Brasil, e para o mundo.
A ideia das Escolas Azuis nasceu em meados da década de 2010, em conversas sobre cultura oceânica em conferências da EMSEA e no projeto europeu Sea Change. Portugal foi o primeiro a implementar. O Brasil replicou em 2021 — e hoje lidera a expansão atlântica do movimento.
A ideia ganha forma
Educadores nas conferências da EMSEA e no projeto Sea Change identificam uma lacuna: a educação ambiental não trata a cultura oceânica como compromisso escolar estruturado e de longo prazo.
Escola Azul nasce em Portugal
A Direção-Geral de Política do Mar lança o primeiro programa nacional de Escolas Azuis do mundo. A abordagem estruturada e interdisciplinar se torna o modelo internacional de referência.
Nasce a Rede Atlântica — Brasil co-líder
O Brasil, representado pela Universidade de São Paulo e pelo projeto Maré de Ciência, une-se a Portugal e Argentina para criar a Rede Escola Azul Atlântico (AANCHOR), dentro da All-Atlantic Ocean Research Alliance.
Lançamento da Escola Azul Brasil
O programa brasileiro é lançado pelo Maré de Ciência (Unifesp), em parceria com o MCTI e a UNESCO. Inspirada na iniciativa portuguesa, adapta-se à realidade brasileira, integrando a cultura oceânica às competências essenciais da BNCC.
Coordenadores de 14 países se reúnem em Santos
No Teatro Guarany, em Santos (SP), coordenadores das Escolas Azuis do Atlântico se encontram pela primeira vez. A rede já soma 99 mil estudantes em 430 escolas de 16 países.
Rede Global pela COI-UNESCO
A Comissão Oceanográfica Intergovernamental da UNESCO lança oficialmente a Rede Global de Escolas Azuis como plataforma mundial.
Brasil pioneiro: cultura oceânica no currículo nacional
Durante o Fórum Internacional Currículo Azul, no CNPq em Brasília, o Brasil se torna o primeiro país do mundo a incluir oficialmente a cultura oceânica nos currículos escolares nacionais, por meio de Protocolo de Intenções.
Olimpíada Brasileira do Oceano
A Olimpíada Brasileira do Oceano (O2), realizada pelo Maré de Ciência, MCTI e UNESCO com apoio do CNPq, premia estudantes durante o Santos Summit — consolidando o Brasil como referência mundial em cultura oceânica.